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Módulos de Treliça para Códigos Convolucionais Baseados em Códigos Variantes no Tempo

Bartolomeu Ferreira Uchôa Filho

Resumo

"É bastante conhecido que códigos convolucionais invariantes no tempo podem ser representados por uma treliça semi-infinita, formada pela concatenação de cópias idênticas de um módulo regular, chamado de módulo convencional de treliça. Em 1996, McEliece e Lin definiram “a” complexidade de uma treliça como sendo o número de símbolos (no módulo) por bit de informação e, segundo essa medida, determinou que o módulo de menor complexidade, chamado de módulo “mínimo”, é aquele baseado na treliça BCJR para códigos de bloco. Dois anos mais tarde, Hole sugeriu uma representação alternativa para códigos convolucionais, baseada num módulo BCJR estendido e numa versão podada do módulo convencional, cuja complexidade é inferior àquela do módulo “mínimo” para vários casos considerados na literatura. Neste artigo, apresentamos exemplos de códigos convolucionais e módulos associados, baseados em códigos variantes no tempo, cuja complexidade, segundo a medida de McEliece e Lin, é bastante inferior àquelas obtidas por Hole e por McEliece e Lin. Estes resultados sugerem que seja dada uma especial atenção para estas representações, no intuito de se estabelecer a representação menos complexa para um código convolucional com taxa e distância livre fixadas. "