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Limitante Inferior da Marcação D'Água Digital não Codificada

Marcos de Castro Pacitti, Weiler Alves Finamore
Marca d’água digitalcamuflagem da informaçãosegurança da informaçãomodulação indexada pela quantizaçãoespalhamento espectralcódigos turboganho de codificação

Resumo

Neste artigo é proposto um novo limitante inferior para orientar o desenvolvimento de técnicas de marcação d’água digital cega (blind) não codificadas, introduzindo, em conseqüência, uma nova metodologia de projeto para as mesmas, com fundamento proveniente da teoria da informação. A metodologia proposta consiste de duas etapas que contemplam, na primeira etapa, a otimização do ganho de modulação, e na segunda etapa, a maximização do ganho de codificação. Na primeira etapa, o desenvolvimento da técnica de modulação da marca d’água no sinal hospedeiro objetiva minimizar a interferência do hospedeiro na saı́da do demodulador. É proposto um limitante de projeto para esta primeira etapa, denominado de limitante inferior de modulação não codificada, considerando um ataque ou ruı́do gaussiano. Na segunda etapa, a marca d’água é codificada e emprega-se a técnica de modulação no sinal hospedeiro com a marca codificada. A codificação da marca nesta etapa objetiva a operação próxima à capacidade do sistema, já que a interferência do hospedeiro foi minimizada. Casos particulares de implementações existentes das técnicas de modulação via espalhamento espectral (SS) e modulação indexada por quantização (QIM ) são analisadas e comparadas ao proposto limitante de modulação não codificada, e alguns limites práticos de projeto são calculados considerando a codificação turbo.