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Quando “menos é mais”: Explorando a Esparsidade em Processamento de Sinais Geofísicos
Resumo
A frase entre aspas que inspira o título deste trabalho é
atribuída ao arquiteto Ludwig Mies van der Rohe, considerado
um dos grandes nomes do estilo dito minimalista.
O minimalismo se refere a uma série de movimentos que
percorreram diversos momentos do século XX e preocuparam-se
em fazer uso de poucos elementos fundamentais como
base de expressão. A partir deste conceito pode-se dizer, por
analogia, que a “escola minimalista” em processamento de
sinais aflorou nesta última década, com o desenvolvimento de
um grande número de trabalhos que explora o fato de diversas
categorias de sinais apresentarem um comportamento dito
esparso, em alguma base de representação. Por sinal esparso,
limitando-se aqui ao caso discreto, entende-se uma sequência
num´erica na qual uma significativa maioria das amostras é
nula, podendo o suporte ser temporal, frequencial, espacial,
etc.